Expectativa no final de semana sobre prisão de Lula

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Curitiba

O final de semana será de expectativa sobre o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Isto por que, até às 20h40min desta sexta-feira, 6, ele ainda não havia se entregado à Polícia Federal (PF) para cumprir a pena de 12 anos e um mês de prisão, na ação penal do triplex do Guarujá (SP). Na quinta-feira, 5, o juiz federal Sérgio Moro deu até as 17h desta sexta-feira, 6, para o ex-presidente se apresentar à PF em Curitiba. Entretanto, Lula permanece em São Bernardo do Campo (SP), no Sindicato dos Metalúrgicos, onde centenas de pessoas ficaram durante o dia e continuam a noite em apoio ao petista e onde lideranças políticas do PT fizem discursos.
Depois das 18h os policiais federais já não podiam mais entrar nas dependências do sindicato. Então, durante a noite segue-se a negociação entre a PF e advogados de Lula para combinar como será a rendição, que deve acontecer neste sábado, 7, depois de uma missa preparada para lembrar o aniversário de Marisa Letícia, esposa falecida do ex-presidente.

 

Defesa entra com novo recurso no STF

A defesa de Lula entrou na noite desta sexta-feira, 6, no Supremo Tribunal Federal (STF) com um novo recurso para suspender a decisão de prisão. O recurso, uma reclamação, será julgado pelo ministro Edson Fachin, que já rejeitou o mesmo pedido anteriormente.
Na reclamação, a defesa de Lula sustenta que Moro não poderia ter executado a pena porque não houve esgotamento dos recursos no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF), segunda instância da Justiça Federal. Para os advogados, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou, em 2016, as prisões após segunda instância deve aplicada somente após o trânsito em julgado no TRF4.

DN SUL

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