Humanização do nascimento. Uma questão de prioridade!

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Nos dias atuais, o dinamismo tem trazido a tona novas realidades. E na maneira de nascer isso não é diferente.
Independente da maneira que a mãe escolha a forma que seu filho vai nascer, seja de parto normal ou cesariana, essa relação deve ser a mais humana possível.

A mãe, juntamente com o pai e seu obstetra devem escolher, após analisarem os prós e contras, o que é mais confortável e o mais desejado por eles.
Isso é muito importante que fique muito claro. Ambos os tipos de nascimento podem e devem ser humanizados.

Existem muitas vantagens para a mãe e filho. Como não há necessidade de uso de medicamentos desnecessários,sem manobras bruscas, nem da episiotomia, além do maior conforto emocional, a tendência é de um restabelecimento mais rápido, além de uma percepção mais positiva da experiência do nascimento.
Para os bebês, as vantagens estão relacionadas ao clampeamento tardio do cordão que reduz as chances de anemia. Menor stress e uso de/medicamentos envolvidos no processo, o risco de complicações tende a diminuir. Além disso, ele nasce de uma forma mais tranquila e a amamentação acontece ainda na sala de nascimento, o que promove o vínculo entre mãe e bebê, tão importante nesse começo de vida.

Dr Richard Coan Cardoso, ginecologista e obstetra, relata: “Aqui em Orleans sou o pioneiro na humanização do nascimento, com uma equipe preparada, usamos técnicas que fortalecem o vínculo da mãe e bebê. Fazendo do nascimento um momento único e especial na vida dessas famílias”.

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